terça-feira, 19 de junho de 2012


Países aprovam rascunho da Rio+20 






que vai para chefes de Estado




Decisão foi tomada em plenária informal; negociação adentrou madrugada.
Reunião de líderes de governo começa na quarta-feira.

Eduardo Carvalho, Giovana Sanchez e Tadeu MeniconiDo G1, no Rio
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Rascunho enviado às delegações na Rio+20 nesta terça (19) (Foto: Reprodução)Rascunho enviado às delegações na Rio+20 às
7h30 desta terça (19) (Foto: Reprodução)
Em plenária informal no Riocentro, os países participantes da Rio+20 aprovaram o texto que será levado para negociação dos chefes de Estado a partir desta quarta.
"Os países estão revelando suas posições, grandes grupos [de países] já aprovaram o documento como está, como Estados Unidos, União Europeia e o G77+China. (…) Ao aceitar o documento, o país tem o direito de dizer em que ponto ele ficou decepcionado (…) Todo mundo está infeliz, mas isso é um bom sinal”, disse o porta-voz do secretariado da ONU na conferência, Nikhil Chandavarkar.
Os chefes de Estado avaliam o documento de quarta a sexta-feira, também no Riocentro.
Após a reunião, o secretário-geral da ONU para a Rio+20, Sha Zukang, conversou com o G1 a respeito da decisão. "Estou extremamente satisfeito. Todos concordaram. É um consenso."
Todo mundo está infeliz, mas isso é um bom sinal"
Nikhil Chandavarkar, porta-voz do
secretariado da ONU na Rio+20.
Em coletiva após a decisão, o governo brasileiro considerou a aprovação "uma vitória".
Segundo Nikhil Chandavarkar, o texto liberado não sofreu alterações na plenária. Ele citou que o bloco europeu e os países africanos ficaram insatisfeitos pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente não ter virada uma agência, mas citou que o texto "fala de fortalecimento".
Os Estados Unidos também teceram comentários críticos em alguns pontos, disse o porta-voz, sem revelar detalhes.
Os tópicos sobre finanças (meios de implementação) e oceanos também foram aprovados "exatamente como está o texto", disse Chandavarkar. "Foi expressado um consenso. Há um acordo", complementa.
O ministro da Relações Exteriores Antonio Patriota comandou a reunião, que tem também a presença do secretário-geral da ONU para a Rio+20, Sha Zukang, da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e dos embaixadores André Corrêa do Lago e Luiz Alberto Figueiredo.
Estou extremamente satisfeito. Todos concordaram. É um consenso."
Sha Zukang, secretário-geral
da ONU para a Rio+20
O encontro aconteceu no Riocentro em uma sala lotada, com diversos diplomatas acompanhando em pé a votação. De acordo com o comitê de organização da Rio+20, 850 delegados assistem à sessão.
O texto
O primeiro rascunho desta terça foi enviado às delegações por volta das 7h30 e sugere a criação de um fórum político de alto nível para o desenvolvimento sustentável dentro das Nações Unidas, reforçando que o tema deverá ser discutido com maior importância a partir da conferência do Rio de Janeiro.
Com 49 páginas, o texto tem 283 parágrafos -- quatro a menos do que o rascunho anterior. Nenhum deles possui a marcação "ad ref", que significa "provisoriamente aprovado”, segundo explicação do negociador-chefe brasileiro, o embaixador Luiz Alberto Figueiredo, dada no sábado (16).
Entre outras coisas, o fórum proposto poderia "oferecer liderança política, orientação e recomendações para o desenvolvimento sustentável" e, acompanhar e rever o progresso na implementação de compromissos como os contidos na Agenda 21 e no Plano de Implementação de Johannesburgo.
"Decidimos estabelecer um fórum universal intergovernamental de alto nível político, contruído sob a força, experiência, recursos e modalidades de participação inclusivas da Comissão de Desenvolvimento Sustentável, e susequentemente substituindo a Comissão."
Na segunda-feira (18), o embaixador aposentado Flávio Perri, que escreve no blog do G1Traduzindo a Rio+20, afirmou que a criação do fórum seria "a germinação de uma nova realidade".
Responsabilidades diferenciadas
O documento apresentado pelo Brasil, como presidente da Rio+20, reafirma um dos Princípios do Rio, criado em 92, sobre as “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”.
Esse era um ponto de conflito para os países desenvolvidos que defendiam a divisão igualitária da responsabilidade sobre o desenvolvimento sustentável.
Meios de implementação
Ao contrário do texto anterior, o atual reconhece necessidades diferenciadas para os países ricos e os em desenvolvimento.
“Reafirmamos que países em desenvolvimento precisam de recursos adicionais para o desenvolvimento sustentável”, diz o texto.
Foi proposta a criação de um processo intergovernamental, sob a tutela da Assembleia Geral das Nações Unidas, para avaliar as necessidades financeiras de cada país e a eficácia de seus instrumentos, para preparar uma estratégia efetiva de financiamento do desenvolvimento sustentável, o que facilitaria a mobilização de recursos e seu uso para atingir as metas.
Erradicação da pobreza
Houve ainda uma alteração na parte do documento que estabelece a erradicação da pobreza como o maior desafio global do planeta hoje. O texto anterior incluía o termo “pobreza extrema”, que foi modificado para “pobreza”.
O documento recomenda ainda que “o Sistema da ONU, em cooperação com doadores relevantes e organizações internacionais”, facilite a transferência de tecnologia para os países em desenvolvimento.
Esse sistema atuaria para facilitar o encontro entre países interessados e potenciais parceiros, ceder ferramentas para a aplicação de políticas de desenvolvimento sustentável, fornecer bons exemplos de políticas nessas áreas e informar sobre metodologias para avaliar essas políticas.
Pnuma
O documento diz que as nações signatárias estão comprometidas a fortalecer o papel do Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente (Pnuma) e consolidar de forma progressiva sua sede em Nairóbi (no Quênia). Como na versão anterior do documento, não está prevista a transformação do órgão em uma agência da ONU.
Uma das sugestões para ser aprovada pela Assembleia Geral da ONU em sua próxima sessão é adotar uma resolução que permita que o Pnuma aumente suas fontes financeiras e receber contribuições voluntárias para "preencher seu mandato".
Oceanos
O documento sugere o estabelecimento também de um mecanismo jurídico dentro da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Unclos, na sigla em inglês) que estabelece regras para conservação e uso sustentável dos oceanos, além de seus recursos.
Segundo o documento, os países reconhecem a importância dos mares para erradicação da pobreza, crescimento econômico sustentável e segurança alimentar, e se comprometem a proteger e restaurar “a saúde, resistência e a produtividade dos ecossistemas marinhos para manter sua biodiversidade”.
No trecho que trata sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o texto sugere a criação dessas metas durante o segmento de alto nível da Rio+20. Entretanto, apresenta mudanças quanto à versao do documento apresentado no sábado.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
O documento anterior apontava que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) deveriam ser baseados na Agenda 21 e no Plano de Implementação de Joanesburgo, respeitando os Princípios do Rio, em particular as responsabilidades comuns, porém diferenciadas. Agora, o novo documento fala que os ODS devem ser criados “levando em conta as diferentes circunstâncias, capacidades e prioridades nacionais”, ou seja, reconhece as particularidades de cada país.
Em seguida, o texto estabelece que, a partir da conferência, será criado um processo intergovernamental para desenvolver os objetivos globais. Com isso, seria criada uma comissão de coordenação para elaborar os objetivos até setembro de 2012, que terá um ano (até setembro de 2013) para apresentar uma proposta.
O prazo estipulado para que os Objetivos entrem em vigor é a partir de 2015.
O documento aponta ainda que os ODS devem levar em conta metas e indicadores para que cada país possa adaptá-los a sua realidade e níveis de desenvolvimento.


De:http://g1.globo.com

domingo, 17 de junho de 2012

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‘Não me arrependi, mas não queria ter 





feito’, diz idosa que matou ladrão



Odete Hoffmann, de 86 anos, deu três tiros em um assaltante no sábado. Ela pode responder por não ter registro da arma, segundo a polícia.

Do G1 RS, com informações do Fantástico
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A três meses de completar 87 anos, a dona Odete Hoffmann, não consegue tirar da cabeça uma cena que gostaria de não lembrar nunca mais. Em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, a idosa falou sobre o assassinato ao assaltante que tentou invadir a sua residência em Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul. Mesmo que não se sinta arrependida, lamenta ter passado pela situação. "Não me arrependi, mas não queria ter feito", disse Odete.
A idosa mora sozinha no segundo andar de um prédio. Mesmo com dificuldade para caminhar por causa do reumatismo e da artrite, encontrou forças para se defender de um homem que invadiu seu quarto na tarde de sábado (9) no momento em que havia acabado de acordar, por volta das 17h.
Quando ele levantou os braços eu vi que ele ia saltar em mim. Foi o momento em que eu dei o primeiro tiro"
Odete Hoffmann
"Eu estava só observando, falando com ele carinhosamente, pensando que era o meu neto. Ele não me dava confirança. Quando saiu de costas eu percebi que não era meu neto". Neste momento, dona Odete buscou uma arma, herança da família há mais de 50 anos. Um revólver calibre 32. "Levantei sem aparelho, sem óculos, sem muleta, sem nada. Eu entrei no quarto e olhei o lugar da arma, estava tudo intacto. Fui à procura dele (do assaltante). Quando ele levantou os braços eu vi que ele ia saltar em mim. Foi o momento em que eu dei o primeiro tiro", relata.
"Aquilo me apavorou porque eu nunca tinha feito coisa parecida. Me deu a impressão que ainda ia acontecer alguma coisa e dei mais dois tiros. Foi o fim", explica dona Odete, que em seguida ligou para o genro pedindo ajuda. Quando a polícia chegou, encontrou o ladrão caído no chão do apartamento. Márcio Nadal Machado, conhecido como "Cachorrão", tinha 32 anos e estava em liberdade provisória havia um mês. Já tinha sido preso por roubo, furto e tráfico de drogas.
Para os advogados ouvidos pelo Fantástico, este é um caso de legítima defesa. "Ela (idosa) usou de meios que tinha no momento: uma arma. E ela atirou até que conseguisse perceber que aquela pessoa que estava dentro da casa dela não punha mais em risco a vida dela", afirma o advogado criminal Carlos Kauffmann.

A promotora Sílvia Becker Pinto, titular da Promotoria Criminal de Caxias do Sul, defende o arquivamento da denúncia contra a idosa. Diante da possibilidade de o inquérito ser encaminhado ao Ministério Público, a promotora ressaltou que a tendência é de que não haja continuidade no processo. "A minha postura é de senso comum, como a mensa maioria dos cidadãos brasileiros. Analisando o caso, diante das circunstâncias postas na imprensa, se entende que ali está escancarado um caso de legítima defesa"
Mas, para a polícia, o melhor a se fazer é não reagir. "Se o ladrão tivesse acompanhado de outra pessoa, talvez o desfecho não fosse esse. Todas as pessoas que detêm uma arma de fogo na sua residência de maneira irregular respondem pelo delito de posse ilegal de arma de fogo, não importa a idade", ressalta o delegado que investiga o caso Joigler Paduano.
O apartamento dela foi invadido outras cinco vezes por bandidos, segundo a família. Eles entraram, furtaram pequenos objetos, comidas e bebidas. Então, os filhos de Dona Odete resolveram reforçar a segurança e colocaram uma grande na porta de entrada. Como encontrou tudo trancado, o assaltante procurou outra forma de acesso. A suspeita é de que ele tenha entrado pela janela da sala.

sábado, 16 de junho de 2012


Filha viu ex-marido de irmã de Ângela 




Bismarchi invadir a casa armado


Jovem de 16 anos é filha adotiva de Angelina, irmã de Ângela.

'Foi uma ação premeditada, fria e cruel', afirma delegado. 

Bernardo TabakDo G1 RJ
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Filha adotiva de Angelina Filgueiras deixando a delegacia (Foto: Bernardo Tabak/G1)Filha adotiva de Angelina Filgueiras deixa a delegacia após prestar depoimento (Foto: Bernardo Tabak/G1)
A filha adotiva de Angelina Filgueiras disse, em depoimento à polícia neste sábado (16), que presenciou a hora em que Márcio Luiz Dias Fonseca, ex-marido da vítima, irmã da modelo Ângela Bismarchi, invadiu a casa onde elas moravam, com uma arma em punho. Márcio entrou na casa, em Piratininga, Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, utilizando uma escada para chegar ao segundo andar e pulando a janela do quarto onde estava a menina.
Após a invasão, na noite de sexta-feira (15), a adolescente correu e se trancou no banheiro. Ela contou que ouviu os tiros, que terminaram com a morte de Angelina e Márcio. As informações são do delegado Gabriel Ferrando de Almeida, titular da 81ª DP (Itaipu), na Região Oceânica de Niterói.
De acordo com o delegado, Márcio teria parado o carro afastado da casa de Angelina, o que reforça a tese de um crime premeditado. “Foi uma ação premeditada, fria e cruel”, afirmou Ferrando.
“A jovem está muito abalada. Ela ficou em estado de choque”, acrescentou o delegado. “Ela presenciou o começo da luta corporal, mas depois ficou escondida, trancada no banheiro e não viu os tiros: só ouviu”, complementou Ferrando.
O delegado contou ainda que segundo o depoimento de Jolmar Alves Milato, namorado de Angelina, após a invasão, houve uma briga entre os três. Segundo o depoimento, Angelina, que era policial federal, acabou conseguindo desarmar o ex-marido.
“Jolmar contou que após Angelina dizer que se mataria caso a briga não parasse, ela teria disparado conscientemente contra o próprio peito”, afirmou o delegado.
Histórico de tentativas de suicídio
Segundo Ferrando, familiares de Angelina relataram informalmente que ela teria um histórico de outras tentativas de suicídio. “Ela estaria, psicologicamente, muito debilitada, devido às ameaças que viria sofrendo do ex-marido, que dizia que mataria ela e o namorado”, afirmou o delegado.
Após Angelina ter supostamente disparado contra si, Jolmar teria conseguido pegar a arma e deu três tiros em Márcio, que morreu na hora. Angelina chegou a ser levada para o hospital, mas já chegou morta.

Ainda segundo Ferrando, a maior dúvida agora é saber se Angelina realmente disparou contra si, ou se outra pessoa disparou contra ela. “Já recolhemos a arma do crime – uma pistola calibre nove milímetros –, requeremos as imagens das câmeras de segurança da casa e solicitamos exames de resíduos de pólvora nas mãos dos envolvidos no crime”, disse o delegado, acrescentando que o exame de resíduo de pólvora já foi pedido.
“Pelos depoimentos de vizinhos e do ex-namorado de Angelina, além de relatos informais de familiares, havia uma relação conflituosa entre ela e o ex-marido. E Angelina já teria tentado suicídio por duas vezes”, afirmou o delegado. “Jolmar vai responder por homicídio doloso. A esfera judicial vai decidir se ele agiu em legítima defesa”, concluiu o delegado.
Sentimento 'doentio'O cirurgião plástico Wagner de Moraes, marido da modelo Ângela Bismarchi, classificou de “doentio” o sentimento de Márcio Luiz Dias Fonseca, militar da Marinha, pela ex-mulher, Angelina Filgueiras, irmã da modelo.
Delegado que investiga o caso da morte de Angelina Filgueiras (Foto: Bernardo Tabak/G1)Delegado que investiga o caso da morte de
Angelina Filgueiras (Foto: Bernardo Tabak/G1)
De acordo com o cirurgião plástico, Angelina, de 42 anos, contava que o ex-marido, de 48, não aceitava a separação, há cerca de três meses, após 17 anos de casados. Eles tinham uma filha, hoje com 15 anos. “Na noite anterior ao crime, na quinta-feira (14), Angelina foi visitar a filha, na casa do Márcio, em Olaria (subúrbio do Rio). Eles discutiram e ele a agrediu. Ela estava com manchas roxas no braço”, contou Wagner.
Segundo Wagner, que mora no mesmo bairro de Angelina, na noite de sexta-feira (15), um vizinho o avisou que haviam sido disparados tiros na casa dela, e que a cunhada do cirurgião plástico e o ex-marido haviam falecido. “Eu havia falado com ela uns dez minutos antes, e a alertei de que o Márcio tinha me ligado dizendo que iria fazer uma visita”, recorda ele. “Foi uma loucura. Uma loucura. Ângela e Angelina eram as únicas mulheres de sete irmãos. Elas eram as melhores amigas”, lamenta o cirurgião.

Justiça do DF nega pedido de 




liberdade  para Cachoeira



Desembargador indeferiu habeas corpus protocolado neste sábado (16).
Com a decisão, o bicheiro permanecerá preso na penitenciária da Papuda.

Fabiano CostaDo G1, em Brasília
O desembargador Sérgio Bittencourt, plantonista do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT), negou na tarde deste sábado (16) o pedido de habeas corpus para o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
A defesa do contraventor goiano havia ingressado na manhã deste sábado com um novo pedido de liberdade, um dia após o desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região ter estendido o benefício de um habeas corpus para Cachoeira referente à Operação Monte Carlo.
A liminar negada pela Justiça do DF é relativa à Operação Saint-Michel, da Polícia Civil do DF e do Ministério Público do DF. A Saint-Michel foi um desdobramento da Monte Carlo e investigou as relações do grupo de Cachoeira com empresas e agentes públicos locais.
Alvo de uma CPI no Congresso, o bicheiro está preso no complexo penitenciário da Papuda, em Brasília, desde fevereiro. Com a decisão de Sérgio Bittencourt, Cachoeira se manterá na prisão.

quinta-feira, 14 de junho de 2012


Justiça de SP recebe inquérito sobre 




morte de executivo esquartejado



Com fim das investigações, polícia pediu prisão preventiva de Elize.
Laudo apontou que empresário foi morto com um tiro e por asfixia.

Do G1 SP, com informações do Globo Notícia
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Já está com a Justiça de São Paulo o inquérito que apura a morte do executivo do grupo Yoki, Marcos Matsunaga. O inquérito sobre o assassinato do empresário chegou ao fórum de Cotia, na Grande São Paulo, no começo da tarde desta quinta-feira (14).
A polícia esperou a entrega do laudo sobre a causa da morte para completar a investigação. O laudo diz que o empresário foi morto com um tiro e por asfixia causada por sangue nos pulmões.
A polícia também pediu a prisão preventiva deElize Matsunaga. Agora a Justiça vai decidir se o processo ficará em Cotia, onde o corpo do empresário foi encontrado, ou se virá para a capital paulista, onde aconteceu o assassinato.
Elize está isolada em uma cela da cadeia de Itapevi, na Grande São Paulo. Ela cumpre prisão temporária até dia 28 de junho, mas a polícia quer que ela fique presa até o julgamento.
A defesa de Elize Matsunaga, o advogado Luciano Santoro, disse que não teve tempo para analisar os laudos anexados ao inquérito e que vai aguardar a Justiça se pronunciar sobre a conclusão das investigações e o pedido de prisão preventiva.