Justiça de SP recebe inquérito sobre
morte de executivo esquartejado
Com fim das investigações, polícia pediu prisão preventiva de Elize.
Laudo apontou que empresário foi morto com um tiro e por asfixia.
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Já está com a Justiça de São Paulo o inquérito que apura a morte do executivo do grupo Yoki, Marcos Matsunaga. O inquérito sobre o assassinato do empresário chegou ao fórum de Cotia, na Grande São Paulo, no começo da tarde desta quinta-feira (14).
A polícia esperou a entrega do laudo sobre a causa da morte para completar a investigação. O laudo diz que o empresário foi morto com um tiro e por asfixia causada por sangue nos pulmões.
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A polícia também pediu a prisão preventiva deElize Matsunaga. Agora a Justiça vai decidir se o processo ficará em Cotia, onde o corpo do empresário foi encontrado, ou se virá para a capital paulista, onde aconteceu o assassinato.
Elize está isolada em uma cela da cadeia de Itapevi, na Grande São Paulo. Ela cumpre prisão temporária até dia 28 de junho, mas a polícia quer que ela fique presa até o julgamento.
A defesa de Elize Matsunaga, o advogado Luciano Santoro, disse que não teve tempo para analisar os laudos anexados ao inquérito e que vai aguardar a Justiça se pronunciar sobre a conclusão das investigações e o pedido de prisão preventiva.
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